Glicemia – O que é?

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A glicemia indica a quantidade de glicose presente no sangue. Ela pode ser verificada em exame de sangue tradicional ou de maneira mais rápida, em um aparelho chamado Glicosímetro. A glicemia é verificada por meio da coleta de sangue, que deve ser realizada em jejum, pela manhã.

O diagnóstico de diabetes, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde, foi por muito tempo estabelecido sobre os valores de glicemia igual ou maior que 140mg/dL, medida reduzida a 126 mg/dL desde 1997. Contudo, a suspeita e o diagnóstico devem ser confirmados pela repetição do teste em outro dia.

Apresenta risco quem tem níveis de glicemia, em jejum, entre 100 e 125 mg/dL, considerados pré-diabetes. Para quem tem glicemia igual ou maior a 200 mg/dL não é necessária mais que uma confirmação. Tais dados devem ser levados em consideração, pois estudos populacionais mostram que o risco de diabetes entre pré-diabéticos é de cinco a dez vezes maior do que entre aqueles com glicemia normal. “A área médica está em transição para uma nova era. Mais que a perda do excesso de peso, o conhecimento a ser aprofundado e considerado como meta no tratamento dos pacientes é o controle e glicemia, lipídios, síndrome metabólica e outros fatores que oferecem riscos cardiovasculares”, avalia o especialista Carlos Aurélio Schiavon, médico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

SAIBA QUE:

  • A glicose é um tipo de carboidrato obtido através da digestão e absorção dos alimentos.
  • Os carboidratos – açúcares presentes na maioria dos alimentos, apenas em alimentos doces – constituem a principal fonte de energia para as células do corpo.
  • Massas e pães são alimentos ricos em carboidratos. Consumidos em grande quantidade, esses alimentos levam à maior obtenção de glicose e consequentemente ao aumento da glicemia.

TIPOS DE Glicemia:

Tipos 1 – Nesse tipo de diabetes, a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, por isso, os portadores dela necessitam de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Tipo 2 – Corresponde a 90% dos casos de diabetes. Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade, apesar de na atualidade ser bastante comum também em jovens, especialmente devido a maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse da vida urbana. Nesse tipo de diabetes, encontra-se a presença de insulina, porém sua ação é dificultada por causas relacionadas à obesidade, o que é conhecido como resistência insulina, uma das causas de hiperglicemia. Por ser pouco sintomático,  o diabetes permanece, na maioria das vezes, por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento, o que favorece a ocorrência de suas complicações nos rins, no coração e no cérebro.

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Diabetes Gestacional – Presença de glicose elevada no sangue durante a gravidez durante a gravidez. Geralmente, a glicose no sangue se normaliza após o parto. No entanto, as mulheres que apresentaram diabetes gestacional, possuem maior risco de desenvolver  diabetes tipo 2 tardiamente, o mesmo ocorrendo com os filhos.

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